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  • Foto do escritorSanta Casa de Casa Branca

Dia NÃO aos cigarros eletrônicos

Os cigarros eletrônicos e vaporizadores, também apelidados de vape, chegaram com a promessa de substituir os cigarros comuns com menos prejuízo à saúde e que poderiam ajudar na redução do tabagismo tradicional e no processo de parar de fumar.


Mas, ao contrário do que se pensa, os cigarros eletrônicos trazem muitos riscos à saúde.


PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS:


Nos cigarros eletrônicos não existe o monóxido de carbono, gerado pela queima do cigarro comum, o que pode parecer um benefício, mas estima-se que mais de 20% dos cigarros eletrônicos e outros dispositivos vaporizadores contém substâncias químicas potencialmente tóxicas, como álcool benzílico, benzaldeído e diacetil.


Os vapores aspirados estão relacionados como causa de um novo tipo de doença pulmonar, conhecida pela sigla EVALI (do inglês vaping associated lung injury), que está relacionada a uma dessas substâncias diluentes utilizadas nesses dispositivos que afetam o pulmão, causando um tipo de reação inflamatória no órgão. Os sintomas mais frequentes são: tosse, falta de ar e dor no peito. Dores na barriga, vômitos e diarreias, além de febre, calafrios e perda de peso também são sintomas relacionados.

Tais cigarros desenvolvem doenças pulmonares de forma aguda, mais rápida que cigarros de papel ou palha, dentre elas, pneumonias, fibrose pulmonar, insuficiência respiratória e até a necessidade de transplante pulmonar. Além dos problemas respiratórios, os vapes também podem causar problemas bucais.


VÍCIO E DEPENDÊNCIA:


Muitos dos dispositivos eletrônicos contém nicotina, substância que causa dependência, já que causa sensação de prazer e satisfação, fazendo com que o usuário tenha mais vontade de fumar. A nicotina está relacionada ao pior tipo de dependência química conhecida pela medicina, pois pode causar crises de abstinência em 20 minutos ou 30 minutos após o uso. Os vapes têm sido a porta de entrada para a utilização de cigarros em pessoas que nunca fumaram, gerando o vício e também podem acabar abrindo portas para outros tipos de dependência química, principalmente em adolescentes.

Não brinque com a sua saúde.



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